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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Moeda velha, moeda nova

Acabo de folhear a minha agenda mais antiga e descobri que não comprei agenda nova para 1994. Por quase não ter usado a de 1993, acabei por reaproveitá-la no ano seguinte.

Interessantes descobertas eu fiz nos últimos minutos na agenda dos meus 14 anos:


- O bilhete de minha passagem de ônibus Rio-Brasília, de janeiro de 1994, quando visitei parentes em minha férias, custou CR$ 7.245,00 (cruzeiros reais).

- O comprovante de troca de moedas na passagem do cruzeiro real para a atual moeda, o real. Todo contente juntei os trocados que eu tinha e fui ao Banco Nacional - que já nem existe mais - ansioso por ter as novas cédulas e moedas. Deram dois reais e noventa e dois centavos. Como o real era equiparado ao dólar, seria hoje o equivalente a sete reais. Uma pequena fortuna. Ha-ha-ha!

O tempo passa

Comecei hoje a entrar de férias (apenas em um de meus trabalhos), e, por isso, comecei a minha quase-meia-faxina de fim de ano. Sim, quase-meia-faxina, porque não consigo me livrar da metade das coisas de que minha mãe, e agora minha esposa opinam que eu poderia me livrar.

Tenho um monte de coisa guardada. Os adeptos do Feng Shui diriam que eu não atraio energias positivas com isso. Bahhh!
Fui juntando e constatei que tenho todas as minhas agendas desde 1993. Está bom, quase todas... Não encontrei a de 1994.

Dê uma olhada na foto. A de 2009 - de capa marrom e novinha em folha - encabeça a pilha.




Se eu viver muito, terei que montar uma estante só para as agendas.


"O tempo passa, o tempo voa e a poupança Bamerindus
nem existe mais".