Mostrando postagens com marcador imortal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador imortal. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Imortalidade para o Menino Maluquinho

Será hoje a eleição para a cadeira número 23 da Academia Brasileira de Letras (ABL), na vaga deixada por Zélia Gattai - que faleceu em 17 de maio deste ano.

Antes de Zélia o mesmo posto foi ocupado por seu marido Jorge Amado. O primeiro ocupante da cadeira, por sua vez, foi Machado de Assis, fundador e primeiro presidente da ABL.

Confesso que somente fiquei sabendo da disputa, lendo agora uma matéria d'
O GLOBO Online; mas não posso deixar de registrar aqui a minha torcida para a escolha do jornalista e cartunista Ziraldo. Ele disputa com outros 18 candidatos, mas é um dos dois favoritos, segundo a mesma reportagem.


O primeiro livro que tenho recordação de ter ganho de presente, aos nove anos de idade, foi o Menino Maluquinho, de Ziraldo; que eu guardo como uma preciosidade - a minha moedinha número um.

Sorte para Ziraldo.

* * * * *

Atualização às 18:50: O mesmo O GLOBO Online anunciou, às 17:30, que o escolhido para suceder Zélia Gattai na ABL foi o jornalista e crítico musical Luiz Paulo Horta, que obteve 23 votos no terceiro escrutínio, contra 11 votos dados a Ziraldo.

sábado, 17 de maio de 2008

Zélia imortal

Faleceu há pouco, aos 91 anos de idade, a escritora Zélia Gattai - viúva do também escritor Jorge Amado.

Seu primeiro livro, Anarquistas, graças a Deus, foi lançado em 1979, e já vendeu mais de 250 mil exemplares no Brasil; e foi traduzido para idiomas como o francês, o italiano, o espanhol, o alemão e o russo.

Ela era "imortal" desde 2001, quando foi eleita para a Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 23, que anteriormente foi ocupada por Jorge Amado; e que teve Machado de Assis como primeiro ocupante e José de Alencar como patrono.


Até hoje não li nenhuma de suas obras, o que não me livrou do encantamento com sua simpatia e sabedoria depois de assisti-la numa entrevista concedida ao Jô Soares ou a Leda Nagle - já não me lembro.

Soube de seu falecimento às 16:55, quando o canal Record News deu a notícia e mostrou um vídeo editado em sua homenagem, dez minutos depois do óbito ser divulgado para a imprensa.

Sua última obra foi Um Baiano Romântico e Sensual, publicada em 2002.

Veja mais detalhes no portal G1, clicando aqui.