Há quase vinte dias foi notícia que a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro estuda mudar a Rodoviária Novo Rio, em Santo Cristo, para Irajá. Nos dias seguintes, a seção de cartas de leitores d'O GLOBO apareceu abarrotada de protestos. Certamente, creio eu, de pessoas mais aquinhoadas que moram nos bairros mais próximos da atual Rodoviária. Para o povão, que mora no subúrbio, penso que seria bem melhor no Irajá - como um outro leitor bem descreveu:
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
O Twitter está mesmo engolindo o homem?
O artigo "A armadilha do Twitter", de Bill Keller - jornalista do The New York Times - publicado hoje (03/06) na página 06 d'O GLOBO, chama atenção às desvantagens da ditas redes sociais. Os grifos são nossos.
A charge de Marcelo mostra um pássaro (símbolo do Twitter) engolindo um homem.
Clique sobre a imagem para ampliar e ler.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Kit Respeito
quarta-feira, 11 de maio de 2011
A Idade Média cotidiana
Da coluna do Ancelmo Gois n'O GLOBO de hoje:

Ponto final
Corre no território livre da internet. Na última semana, beatificamos um papa, casamos um príncipe, fizemos uma cruzada e matamos um mouro. Bem-vindos à Idade Média.
Faz sentido.

Ponto final
Corre no território livre da internet. Na última semana, beatificamos um papa, casamos um príncipe, fizemos uma cruzada e matamos um mouro. Bem-vindos à Idade Média.
Faz sentido.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Sem celular
As tecnologias vieram resolver os problemas que antes não tínhamos... Destaco uma carta de leitor publicada no jornal O GLOBO de hoje (02 mai. 2011):
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sexta-feira, 11 de março de 2011
Bicicletários e ciclovias
No blog Na Mira do Leitor, da professora paraense Doralice Araújo, que escreve do Paraná, tem surgido algumas postagens sobre bicicletas, ciclismo e espaço urbano (confiram a última: "Cadê o estacionamento para bicicletas?"). A leitura desse provocativo blog motivou-me a escrever, enfim, sobre algo que estava ruminando faz tempo.
No estado do Rio de Janeiro existe o projeto "Rio - Estado da Bicicleta", do qual nunca ouvi falar antes de pesquisar sobre o assunto no Google - o arquivo em PDF está disponível na internet. O projeto teria começado em 2008 e o prazo para implantar a infra-estrutura viária seria 2010; mas até agora nem sinal em Nilópolis. Aqui não temos ciclovias, nem bicicletários; as bicicletas dos trabalhadores continuam sendo "trancadas" na grade do terminal rodoviário, sem nenhuma segurança, assim como ao longo das grades do estacionamento de um supermercado, onde já foram constatados vários roubos.Projetos de ciclovias no município existem sim (ao longo da ruas Pedro Álvares Cabral e Antônio José Bittencourt); mas nunca mais se ouviu falar do assunto. Num município de 9km², (isso mesmo!) onde o trabalhador viaja no máximo 3km de seu bairro para o centro, onde toma o trem ou um ônibus intermunicipal, a tarifa custa R$ 2,20. Proporcionalmente, deve ser a mais cara do Brasil. Um governo ao lado do povo incentivaria urgentemente o uso da bicicleta. Concordam?
Cervejarias e banheiros químicos
Entre as várias cartas de leitores no jornal O GLOBO de hoje (11 mar. 2011) sob o título "Ecos de uma folia sem ordem", destaco a de Erico Tachizawa. Sugestão que deveria ser empenhada e cobrada pelos governos municipais.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Quase um século
O fascínio pela história pode ser expresso também na fotografia. Novo passatempo.
Segundo Marcus Antonio Monteiro Nogueira (org.), no livro Memorial nilopolitano (Nilópolis: Prefeitura Municipal, 2009. t. 1. p. 88), "no primeiro prédio da esquerda, funcionou o escritório de vendas da Fazenda de São Matheus" (terrenos que vendidos deram origem à cidade).
Segundo Marcus Antonio Monteiro Nogueira (org.), no livro Memorial nilopolitano (Nilópolis: Prefeitura Municipal, 2009. t. 1. p. 88), "no primeiro prédio da esquerda, funcionou o escritório de vendas da Fazenda de São Matheus" (terrenos que vendidos deram origem à cidade).domingo, 31 de outubro de 2010
Segundo turno em Nilópolis: Palpites
São 18:00 do dia 31 de outubro de 2010. O TSE ainda não divulgou parcial alguma da apuração do votos em Nilópolis. São 122.046 eleitores no município. O meu palpite é o seguinte:
Abstenção: 20.748
Comparecimento: 101.298
Votos em branco: 4.572 (4,51%)
Votos nulos: 7.386 (7,29%)
Votos Válidos: 89.340 (88,20%)
Dilma: 58.739 (65,75%)
Serra: 30.601 (34,25%)
Atualização (01/11/2010) - O resultado oficial apurado foi o seguinte:
Abstenção: 18.763
Comparecimento: 103.285
Votos em branco: 3.966 (3,84%)
Votos nulos: 8.037 (7,78%)
Votos Válidos: 91.282 (88,38%)
Dilma: 62.968 (68,98%)
Serra: 28.314 (31,02%)
A diferença maior entre o meu palpite e o real apurado foi de 3,23% dos votos válidos para cada candidato.
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
A "fauna" da campanha
CANDIDATOS
Candidato Urso: Em campanha, abraça todo mundo. Depois de eleito, só quer hibernar e pegar para si os “favos de mel”.
Candidato Jacaré: É muito falastrão e dissimulado. Gosta de pântano e nunca sabe a posição em que está.
Candidato Porco: Suja a cidade com sua estampa, polui o ar gritando o seu nome. Para ganhar votos, esconde a lama na qual gosta de viver.
Candidato Pavão: Vaidoso e bem arrumadinho, quer impressionar pela beleza exterior. Ideias mesmo são poucas.
Candidato CIDADÃO: Tem história de vida limpa, espírito público e honestidade. Não fica trocando de partido por conveniência e só quer o voto consciente.
ELEITORES
Eleitor Avestruz: Enfia a cabeça em sua “vidinha”, foge da realidade. Mesmo sem querer, ajuda os políticos corruptos.
Eleitor Cascavel: Tem raiva de política e destila veneno. Age só na emoção, anulando o voto ou votando em qualquer um.
Eleitor Formiga: Só vê o doce, só vota em quem lhe faz agrado. Não cobra o compromisso pelo bem comum.
Eleitor Papagaio: Repete o que ouve no rádio ou na TV, sem fazer juízo próprio. Pensa com a cabeça dos outros.
Eleitor CIDADÃO: Vota com a razão e a convicção. Sabe que seu voto é capaz de mudar a sociedade e pensa sempre no interesse coletivo.
(FONTE: Jornal da campanha de CHICO ALENCAR a deputado federal)
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Epitáfio escrito no papel
Peregrinei hoje pelas bancas de jornais como um adolescente afoito pela última figurinha, aquela que completa o álbum. Quando lembrei já era tarde. Queria comprar a última edição impressa do Jornal do Brasil (JB). Não tive sucesso. Até acionei amigos que trabalham no centro comercial. Não teve jeito. Foi aí que decidi o tema do texto que ambicionava escrever especialmente por ocasião "Dia do Blog" (Blog Day).Bem, para ser sincero, eu nunca fui leitor assíduo do JB. Infelizmente não vivi na época do chamado "Velho JB". Recordo-me apenas de tê-lo feito na época das Olimpíadas de Barcelona, em 1992, adolescente, para colecionar o caderno especial dos jogos; nos meses que antecederam o vestibular, para ficar atualizado no quesito "conhecimentos gerais"; e mais recentemente, em 2006, quando o jornal passou a ser impresso no formato tabloide e ficou, digamos, mais popular - por curiosidade. De qualquer forma, merece todas as homenagens.
Fundado no século retrasado (!), em 1891, o legítimo JB, aos 119 anos, que ostenta o título de ter sido o primeiro jornal brasileiro na internet, o que concretizou em 1995, deixará de ser impresso e distribuído em papel para habitar exclusivamente a rede internacional de computadores. O motivo é "um recurso para superar os problemas financeiros da empresa. O passivo acumulado chega a R$ 800 milhões, em dívidas trabalhistas e fiscais" (Estadão).
O fim do JB impresso repercute no Twitter com algumas pessoas fazendo piada que mais uma vez o jornal estaria sendo pioneiro. Não verdade. A combativa Tribuna da Imprensa (aqui a versão online) que admirei muito mais que ao JB circulou pela última vez no dia 01 de dezembro de 2008 "com um editorial ocupando toda a primeira página, assinado pelo jornalista Hélio Fernandes" (Observatório da Imprensa). Se bem que Helio Fernandes disse numa entrevista que essa interrupção é momentanea: "Pode ser cinco dias, cinco meses, cinco anos..." (Observatório da Imprensa).
Na versão em HTML da derradeira edição que não encontrei hoje nas bancas, o jornalista Franklin Martins, atual Ministro da Comunicação Social, disse acreditar que, em cerca 25 anos, "todos os jornais deixarão o papel, transferindo-se para o meio digital" (Jornal do Brasil, 31 ago. 2010. p. 3). Será?
A episódio mais marcante do jornal do Brasil, que aprendi nos bancos escolares, é contado hoje com propriedade na matéria do Estadão: "O Jornal do Brasil é responsável por edições memoráveis da história da imprensa brasileira, principalmente no período da ditadura militar. Ficou famosa sua edição de 14 de dezembro de 1968, sobre o AI-5.
Para burlar a censura imposta pelos militares, publicou na primeira página, uma fictícia previsão do tempo. 'Tempo negro. Temperatura sufocante. O ar está irrespirável. O país está sendo varrido por fortes ventos. Máx.: 38º em Brasília. Mín.: 5º, nas Laranjeiras.' Na mesma edição, à direita, uma chamada para uma efeméride: 'Ontem foi o Dia dos Cegos'".
Aplausos ao Jornal do Brasil, que amanhã não estará nas bancas. Só aqui.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Twitter e cidadania
Utilidade pública:
Um exemplo de como o Twitter pode ajudar no exercício da cidadania.
Reclamar adianta.
Um exemplo de como o Twitter pode ajudar no exercício da cidadania.
Reclamar adianta.





Clique nas imagens se quiser ser direcionado para os originais, no Twitter e Twitpic.
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