Ponto de vista - 30 nov. 2011
Hoje na coluna de Francisco Bosco, em artigo intitulado "Minhas doenças", na página 2 do Segundo Caderno d'O GLOBO, um exemplo muito forte de identificação com os livros e com a literatura. Confira o trecho (os grifos são nossos):
"[...] Já adoeci também lendo livros; livros longos, exigentes, de alta concentração de Vida. Adoeci com certa gravidade enquanto lia as 1.600 gloriosas páginas de “Guerra e paz” [do escritor russo Leon Tolstói]. Diversas vezes sonhava com a história do livro: tão forte é ele que sua realidade prevalecia sobre os vestígios de meu dia. Um livro mais real que a realidade: não é outra a exigência da literatura. Antonia, com quem sou casado, atribuía minha doença ao livro, e pedia que eu o abandonasse. [...]"
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Dia desses eu lia no Skoob (a rede social de livros) a sinopse e resenhas sobre o livro "Crime e Castigo", de Fiódor Dostoiévski (Editora Martin Claret) - outro clássico escritor russo. Praticamente todos, mesmo os que não tinham gostado, destacavam a profundidade do livro. E você leitor: Já teve uma relação tão íntima com alguma obra? Ficou pensando na história durante o dia? Chegou ao ponto de passar mal ou sonhar com personagens nos dias de leitura?
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